Movimento que propõe crescimento das igrejas
através de células. A proposta é a realização de reuniões nos lares (casas) com
12 pessoas, baseado modelo inicial dos 12 apóstolos. Segundo pensam, será esse o
modelo para crescimento da Igreja no futuro. É um movimento falso, que tem
levado muitas pessoas desprovidas de raízes no evangelho ao erro. G-12 é um
movimento neopentecostal, que tem assumido práticas
esotéricas e espíritas, tais como: regressão
psicológica e liberação de perdão a Deus.
Os conceitos teológicos do G-12 acerca
do Homem diante de Deus, pecado, igreja, santidade são ensinos antibíblicos. Empregam
eles métodos psicológicos (controle da mente), e é extremamente perigoso, pois
pode trazer inúmeros problemas psicológicos a médio e longo prazo aos
participantes.
Fundado pelo pastor César Castelhanos Dominguez,
da Colômbia, fundador da igreja "Missão Carismática Internacional”,
declara-se como uma igreja evangélica, com sede em Bogotá, Colômbia.
Segundo Castelhanos, surgiu de uma pretensa
"visão" em 1991, que era uma orientação para que ele trouxesse ao
mundo o "novo modelo" de crescimento de igreja para o futuro. Veja a
tônica da visão de Castelhanos: “... nesta ocasião, escutei o Senhor
dizendo-me: 'Vais reproduzir a visão que tenho dado em doze homens, e estes
devem fazê-lo com outros doze, e estes por sua vez em outros doze'".
Aqui no Brasil, o movimento é representado
no Brasil por Valnice Milhomens e pelo pastor René Terranova, e agora vem se
espalhando por todo o Brasil.
No ano de 1999, Valnice trouxe César Castelhanos
ao Brasil para uma convenção em São Paulo, onde 3.500 pastores de todos os
segmentos evangélicos, representando todos os estados da federação se fizeram
presentes, e foi a partir daí que a visão de Bogotá tornou-se conhecida no
Brasil, sendo aderida por muitos.
Os encontros (seu discipulado), forma
utilizada pelo movimento G-12, para alcançar adeptos, os tais não são nada mais
do que uma lavagem cerebral. Geralmente são retiros de vários dias.
Os encontros e pré-encontros são realizados
periodicamente, e o candidato a adepto só participa dos encontros depois de
superar as fases iniciais que poderão capacitá-los a ser membros do movimento.
O que acontece nos encontros é expressamente
proibido ser divulgado pelos participantes, dando ao movimento ideia de uma sociedade
oculta. Quando se recebe algo bom, o que mais se deseja é anunciar a todos, o
próprio Cristo disse que anunciássemos as Boas Novas, porém no G-12, é
totalmente ao contrário, as experiências lá vividas não podem ser divulgadas a
ninguém.
Programa
celular: É um modelo de igreja em célula, ou organização da
igreja em pequenos grupos nos lares que se multiplicam. O pastor David Yonggi
Cho, da Coréia do Sul, usa um sistema semelhante, de grupos familiares;
trata-se de reuniões em pequenos grupos nos lares, escritórios ou em qualquer
lugar com o objetivo de evangelização e edificação. Em muitas igrejas é usado
tal sistema, com estudos sadios da Palavra de Deus.
No G-12 esses grupos são chamados de C.A.F.E.
(Célula de Adestramento Familiar e de Evangelismo). O sistema usado pelo G-12
nada tem de errado, o que está errado é o conteúdo que é apresentado e ensinado
nas reuniões familiares do G-12.
Objetivo
do G-12: É uma tentativa diabólica de enfraquecer igrejas e
lideranças. Pois, cria um novo método de evangelização, de liturgia e até uma
nova linguagem de pregação, sendo que nas células não se pode passar de 12
pessoas. Nas células fazem recolhimento dos dízimos e de ofertas e têm
autonomia de batizar os novos cidadãos do grupo, dentro de algumas situações
como distância e tempo. Mas isso deixa claro que o objetivo do movimento dos 12
é enfraquecer a Igreja em massa,
enfraquecer lideranças, pois não
tendo grandes igrejas, não existirão grandes
líderes.
Os
que aderem ao G-12: São os crentes ingênuos, que conhecem muito
pouco a doutrina bíblica da salvação, pessoas que querem ter novas
experiências; (pessoas que não conseguem ter uma realização espiritual em outras
igrejas são presas fáceis destes movimentos) pastores frustrados com a
liderança de igrejas sem perspectivas, sem projeção.
Erro
do G-12: Um dos grandes erros do G-12 é desejar arrogar para
sio status de revelação única e
exclusiva de Deus na terra. Outro grande erro é querer que o encontro
produza santificação a todo custo, e ainda os confunde com conversão. Com isso,
não cremos que tal movimento seja uma opção sadia para igrejas comprometidas com
sã doutrina bíblica.
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